Postei anteriormente, um texto que trata da mesma questão - Qualidade Total, que podemos dizer, é uma continuação deste. Quis fazer dessa maneira, para que os leitores de ambos textos tenham disponíveis, independente da sequência, a minha preocupação com os rumos da "Igreja Evangélica Séria do Brasil"
Boa leitura!!
“Qualidade Total com Cristo: Uma Proposta de Reação, Frente às Mudanças"
Até hoje, ao analisarmos tudo que vemos e ouvimos a respeito da “Globalização”, uma coisa ainda é muito clara: – Toda e qualquer empresa tem que crescer!! Posicionando-se no seu segmento como referência, como uma marca impagável na mente dos clientes. Para que isso seja realmente possível, as empresas se esmeram em descobrir as ameaças e oportunidades presentes no ambiente externo, e em contrapartida, suas forças e fraquezas - num grandioso trabalho que deságua no Planejamento Estratégico (um verdadeiro guia de sobrevivência para o seu futuro).
Esta visão se junta a tudo aquilo que se espera de nós, “crentes fiéis” (Rom. 12:1), como agentes transformadores da sociedade atual(Rom. 12:2). Ao analisarmos nossa participação, importantíssima, nesse processo, que visa principalmente, o crescimento do Reino de DEUS(Rom. 12:3 e 4), temos que nos posicionar, no sentido de nos tornarmos, também, uma “marca impagável” na mente daqueles a quem estamos evangelizando, nos preparando, principalmente através de oração, participando de grupos de treinamento que normalmente as igrejas costumam organizar para evangelismo pessoal(Rom. 12:5). Mas, um detalhe que tem sido crucial, e que tem sido o “calcanhar de Aquiles” da Igreja, nos fazendo perder campo, principalmente para seitas que não têm conteúdo bíblico consistente: - Informação!!! Temos encarado a tarefa de evangelizar, muitas vezes, amparados somente pela disposição e empenho para tal(Rom. 12:6), uma atitude até correta, mas, hoje vivemos um tempo onde todos os processos, corporativos ou não, necessitam de informação, sim, as pessoas e as empresas respiram informação!! Buscando nos informar, nos atualizar, conseguiremos nos preparar para os desafios que se apresentam(Rom. 12:6 a 8), e que nos levam a conhecer nossas limitações e nossas fraquezas, para que não corramos o risco de, passarmos por situações constrangedoras por falta de preparo. Você já pensou: – Isso, além de ser um “atestado de incompetência”, que vai gerar um sentimento de inferioridade, vai nos levar também ao “peso na consciência”, marca impiedosa do pecado, pelo fato de não estar fazendo a obra do Senhor com o melhor que podemos dar. Devemos parar com este pensamento medíocre de que, ...“de coração, para DEUS, já basta, pois ele vê a intenção...”, mas, você acha que, sabedor de todas as coisas, como DEUS o é, e sendo você, meu irmão, capaz de planejar, organizar, realizar com qualidade superior, em tudo o que diz respeito à sua participação na obra Dele, Ele irá aceitar o pouco que você tem feito, e do qual até tem se orgulhado intensamente? No colégio, faculdade, local de trabalho, etc..., você está estrategicamente posicionado, sendo referencial na sociedade? Mas, uma vez, de posse dessa visão (estratégia), será que o evangelho teria seu sucesso garantido? Infelizmente não é tão simples assim...
Pensando no papel da “Igreja de Cristo”, neste contexto, como um “organismo vivo”, ela tem caminhado numa mesma direção, é claro, a de Cristo!!! Mas, somente chegará, se todos os “crentes” (crianças, jovens, homens e mulheres), independente de suas diferenças, estiverem compromissados com os mesmos valores - o verdadeiro compromisso com DEUS, a verdadeira qualidade(no contexto empresarial, não dá para se falar em qualidade, onde apenas algumas poucas pessoas se envolvem no programa). Não basta apenas o cérebro desejar uma mudança de atitudes nesse sentido, sendo o desejo, a manifestação dinâmica da necessidade de sobrevivência(algo apenas abstrato) - o corpo precisa ser alimentado com recursos que viabilizem esta mudança de rota(atitudes), senão, ele fica parado, sem ação(inerte, apático). É onde precisamos de uma liderança que realmente seja referencial, idônea, e capacitada por DEUS, desprovida de qualquer orgulho e futilidade, que não apenas conduzirá os destinos da Igreja, convergindo os interesses e anseios de seus liderados, em ações que visem um esforço coletivo, mas também será a liderança da igreja amanhã. Analisando esta situação, colocando-a sob o ponto de vista empresarial, uma empresa terá a velocidade que tiver o seu grupo mais lento. O nosso grupo mais lento, é o que tem, sob pretexto de “zelo pela obra”, impedido o crescimento do evangelho, através de seus pontos de vista, que sempre têm de prevalecer, e que choca as pessoas que “são capacitadas” e que “querem trabalhar”, mas que, por não pertencerem a uma família tradicional(influente) de determinada Igreja, se desmotivam, fazendo com que o grupo de trabalho não reaja às mudanças, vital para a manutenção da Igreja, que se diz transformadora, através de Cristo. É este grupo que determinará o ritmo das respostas a essas mudanças, não importando o grau de comprometimento dos setores.
Devemos reverter esta situação, aliando o evangelho às ferramentas que tanto impulsionam a globalização, como o Planejamento Estratégico, por exemplo, mas sem se deixar influenciar, no conteúdo bíblico, por elas. Estaremos sim, livres da ignorância e da intolerância, geradoras da estagnação da “Igreja Evangélica do Brasil”, grande risco que corremos, se permanecermos nelas, principalmente nos orgulhando de “tradições”.
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O maior castigo do ser humano é a cegueira a que se submete pela falta de tato em relação ao potencial que tem para promover as mudanças necessárias ao sucesso na competição acirrada da vida moderna, optando por ser insípido e inodoro às oportunidades ao não ouvir a voz do seu coração.
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