sábado, 3 de julho de 2010

Minha impressão sobre a desclassificação do Brasil

Hoje, a grande questão, nas mesas de bar, nas mesas redondas, nas rodas de amigos, é: Quem errou? Onde aconteceu o erro? Por quê? A culpa é do Dunga? Do Felipe Melo? Do Ricardo Teixeira? Posso afirmar que o grande erro do planejamento da seleção (CBF, Ricardo Teixeira, Dunga, etc) visualizou apenas os erros cometidos na copa de 2006. Houve uma preocupação excessiva em corrigir os graves defeitos de um grupo que menosprezou a importância de uma copa do mundo, não só como um evento esportivo, mas também como um evento que nos mostra para o mundo, como gente, o nosso caráter, e foi péssima a impressão deixada após aquele jogo contra a França. Voltando para 2010, 02/07, passado o sentimento de frustração pela derrota num jogo que parecia fácil, posso chegar a uma outra conclusão: O objetivo foi alcançado! Como? O Brasil foi eliminado! Todo planejamento é frio, estabelece-se metas, reúne-se recursos para cumprir o estabelecido. Tudo foi cumprido à risca! Tanto que, se olharmos a seleção antes da Copa, um dos principais erros cometidos no passado: fazer somente amistosos com seleções inexpressivas foi corrigido (enfrentou algumas das mais importantes seleções européias e até a Argentina!). A seleção construiu uma imagem amendrontadora para os adversários, tanto que era "pule de dez" (linguagem do turfe para palpite infalível). Os resultados falam por si mesmos! Até o primeiro tempo do jogo contra a Holanda nos dava a impressão que a semifinal e a final chegariam fáceis! No meu entender, faltou o plano "B"! Esqueceram que planejamento não é infalível!! Como tudo o que foi planejado anteriormente foi sendo realizado com sucesso, provavelmente gerou neles (e também em nós!) a sensação que nada ia dar errado! Então, veio aquela "bola acidental" do Sneijder...  (e o resto a gente não quer mais lembrar!!!) Se tem mais alguma coisa...

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O maior castigo do ser humano é a cegueira a que se submete pela falta de tato em relação ao potencial que tem para promover as mudanças necessárias ao sucesso na competição acirrada da vida moderna, optando por ser insípido e inodoro às oportunidades ao não ouvir a voz do seu coração.